Notícias Científicas
29 de novembro de 2016

Pesquisa de Doença Residual Mínima por Citometria de Fluxo

Em oncologia, a avaliação da resposta ao tratamento é essencial para a definição de condutas clínicas. Esta avaliação pode ser realizada de diversas formas, desde o simples exame físico e análise do hemograma, até a execução de técnicas de imagem e laboratoriais mais complexas, como PET-TC, biologia molecular e citometria de fluxo.


Em neoplasias hematológicas, como leucemia mielóide aguda (LMA), leucemia linfoide aguda (LLA), leucemia linfocítica crônica (LLC) e mieloma múltiplo, a citometria de fluxo é capaz de detectar 01 célula neoplásica em 100.000 células analisadas. Nestas doenças, a pesquisa de doença residual mínima por citometria de fluxo é essencial para a definição de prognóstico e está sendo cada vez mais utilizada para definir aumento ou redução de intensidade de tratamento.


A pesquisa de DRM em mieloma múltiplo, LMA e LLA deve ser realizada em aspirado de medula óssea. Em casos de LLC, pode ser realizada em sangue periférico ou em medula óssea; nesta última, com maior sensibilidade. Orienta-se a coleta e envio de 2 a 5 ml do primeiro aspirado de medula, com o objetivo de análise de material com melhor celularidade. A amostra pode ser processada em até 48 horas, sem prejuízo para a sensibilidade; excetuando-se os casos de mieloma, que devem ser processados o mais rapidamente possível.


O Laboratório Sabin realiza a pesquisa de doença residual mínima em moderno citômetro de oito cores, utilizando técnica de" bulk lysis" para processamento da amostra, visando maior sensibilidade.

Foto

Dr. Felipe Magalhães Furtado

Médico Hematologista e assessor médico do Laboratório Sabin Residência em Hematologia e Hemoterapia no HCFMRP-USP Doutorado pela FMRP-USP

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